domingo, 5 de julho de 2026

Rainha e mãe; exemplo de devoção aos pobres. Padroeira dos pacificadores. Sobrinha-neta de Santa Isabel da Hungria.

Rainha e mãe; exemplo de devoção aos pobres. Padroeira dos pacificadores. Sobrinha-neta de Santa Isabel da Hungria.
4 de julho: Santa Isabel de Portugal
Evangelho
Mt 25,31-40
«Em verdade, vos digo: todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’».
Comentário sobre o Evangelho
Hoje a Igreja celebra santa Isabel de Portugal (1271–1336): nascida em Saragoça, aos 12 anos foi dada em matrimónio ao rei D. Dinis de Portugal, com quem teve dois filhos. Foi mãe de família, pacificadora incansável e canonizada (1625) pela sua vida de piedade, caridade e compromisso com a paz. É uma figura venerada pela sua dedicação aos pobres, pelo seu profundo espírito cristão e pela sua capacidade de mediar conflitos. Desde menina mostrou uma inclinação especial pela vida de oração, pelo jejum e pelas boas obras. Apesar das infidelidades do esposo e da vida cortesã frequentemente dissoluta, Isabel manteve-se fiel aos seus valores cristãos. Soube conciliar o seu papel de rainha com uma vida de oração, jejum e ajuda constante aos necessitados. Depois da morte do esposo, em 1325, Isabel retirou-se para viver no mosteiro das Clarissas de Coimbra, onde ingressou como terciária franciscana. —É padroeira dos pacificadores. A sua influência ultrapassa a história de Portugal e faz dela uma das grandes figuras femininas da Igreja Católica.

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